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TV aberta e PayTV lideram consumo de conteúdo dentro de casa

Fonte: Propmark

17 de maio de 2022

Segundo estudo da Kantar Ibope Media, 21% do tempo dos brasileiros são gastos com streamings

A TV linear concentra atualmente 79% do tempo de consumo de vídeo dentro de casa, enquanto os serviços de streaming ocupam 21%. Foi o que apontou o Inside Video 2022, estudo realizado pela Kantar Ibope Media. Em 2021, 205.876.165 pessoas assistiram aos canais de TV aberta e PayTV, e o tempo médio diário gasto em frente à telinha ficou em 5h37min.

O jornalismo corresponde a 25% de todo o tempo dedicado à televisão. Seguindo o ranking de preferências estão o consumo de novelas (18% do tempo), programas de auditório (9% do tempo) e reality shows (4% do tempo).

Por sua vez, as plataformas online têm ganhado espaço no Brasil no que se refere ao consumo de vídeo, segundo dados do Video Streaming Report, solução da Kantar. Nesse contexto, dois modelos se destacam. As empresas gratuitas e financiadas por publicidade (AVOD) atingem 58% das pessoas por mês, enquanto os serviços financiados por assinaturas dos usuários (SVOD) contemplam 42% das pessoas mensalmente.

As principais razões que levam as pessoas que acessam vídeo por streaming a assinarem esse tipo de serviço são preço e catálogo amplo de novos filmes e séries – cada um com 47% de relevância. Em seguida, aparece a experiência de uso (30%).

Investimentos publicitários
No ano passado, 63% de todo o investimento publicitário foi feito em formatos de vídeo. Entre os gêneros de programação, destaca-se a popularidade dos reality shows, que apresentam altos índices de audiência e se transformaram em um grande playground para marcas.

De 2019 a 2021, os dados apontam crescimento de 20% no volume de ações de branded content nesse tipo de atração, além de 128% nos Top 5 programas.

“Em todo o mundo, o mercado de vídeo está em pleno movimento. Ao passo que temos a consolidação de novos hábitos de consumo, os produtores e distribuidores de conteúdo se expandem e se transformam. Novos players surgem e a indústria se mobiliza para reter e conquistar as audiências, bem como para encontrar modelos de negócio ideais”, afirma Adriana Favaro, diretora de business development da Kantar Ibope Media.

Confira matéria no Propmark

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