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Por concorrências justas e éticas

Fonte: Blog do Adonis

19 de agosto de 2021

A Associação de Marketing Promocional e Live Marketing e o Procurement Club,  grupo de Executivos das áreas de Compras das empresas, lançam Manifesto por concorrências justas, com o objetivo de apoiar e disseminar os preceitos do Fair Trade.

Objetivo é que o mercado promova concorrências justas, éticas, transparentes e respeitosas, principalmente com relação aos prazos de pagamentos, valores de acordo com o talento das agências e transparência na análise das propostas.

Além da assinatura conjunta do Manifesto, AMPRO e Procurement Club deverão desenvolver conteúdo e atividades de interesse mútuo.

Para a AMPRO, tais princípios, somados a outras reivindicações de remuneração justa e prazos de pagamentos razoáveis, são fundamentais para um mercado de Live Marketing mais saudável e sustentável. Com interesses coincidentes, as instituições pretendem trabalhar em conjunto por um ambiente de negócios mais sintonizado nos interesses de todos os envolvidos.

“A AMPRO vem lutando continuamente por relações sustentáveis. A pandemia agudizou ainda mais a necessidade de relações empáticas e responsáveis. O acordo com o Procurement Club significa a criação de um canal de interlocução propositiva por um ambiente de negócios cada vez mais fair”, diz Alexis Pagliarini, presidente executivo da AMPRO.

“Essa iniciativa vai muito além da busca pela realização de contratações de empresas do setor de marketing de forma justa e imparcial. Ela coloca foco em preceitos relevantes tais como, justiça, igualdade, transparência e respeito. Preceitos que permeiam qualquer relação que se propõe ser boa e próspera para os envolvidos”, afirma o líder do Comitê Executivo do Procurement Club, André Gurgel.

O Manifesto propõe que o processo de concorrência deve ser claro e objetivo, evidenciando sempre quais entregáveis são importantes e decisivos para a escolha do vencedor. Lembrando sempre que o que for combinado, proposto ou aceito deve ser honrado pelas partes.

Também que com relação ao Fair Play, que os fornecedores que porventura não sejam escolhidos respeitem a decisão da contratante e reconheçam o vencedor com respeito, assim como busquem melhorar cada vez mais seus preços, produtos e serviços para próximas oportunidades. Pela contratante importante também estar atento para que possa garantir que todos sejam tratados de forma igualitária e tenham a mesma chance de suceder na concorrência.

Segue o Manifesto afirmando que o que se espera, sempre, é que a alta gestão das empresas propague e, principalmente, pratique este conceito. Que, desta forma, a decisão pelos fornecedores respeite estritamente critérios técnicos e comerciais e que as escolhas sejam sempre realizadas via análise comparativa de ofertas de um grupo de fornecedores qualificados. Vale lembrar, aqui, que, exceto serviços que são objeto de monopólio, sempre podemos ter uma comparação possível de ofertas distintas em uma cotação.

Finalizando, o documento prega que todos merecem respeito e devem cuidar para que exista um bom relacionamento entre as partes envolvidas em um processo de concorrência. Esta é uma demanda de via dupla. Nunca é demais lembrar que todos que se envolvem nesta jornada estão ali trabalhando pelas empresas as quais representa.

Confira a matéria no Blog do Adonis.

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