Home / Grupo da transição pode sugerir a taxação de “big techs”

Grupo da transição pode sugerir a taxação de “big techs”

Fonte: Correio Braziliense

17 de novembro de 2022

O coordenador do grupo temático de Comunicações do gabinete de transição, Paulo Bernardo, as “big techs” muitas vezes não pagam tributos por operarem a partir de outros países

O ex-ministro das Comunicações no governo Dilma Rousseff, Paulo Bernardo, defendeu como sugestão ao novo governo a redução dos tributos sobre o acesso à banda larga e a tributação de “big techs”, que, segundo ele, muitas vezes não pagam tributos por operarem a partir de outros países.

“Em telecom, seja a empresa grande ou pequena, o imposto pode chegar até 40%, enquanto algumas dessas empresas de tecnologia não pagam nada”, comentou. Coordenador do grupo temático de Comunicações do gabinete de transição do governo eleito, Bernardo participou, ontem, da primeira reunião com a equipe, na sede do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Setor de Clubes Esportivos Sul.

Para ele, até o momento o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) não ofereceu restrições em repassar as informações necessárias. “Não encontramos obstáculos. Onde a gente tem falado, o pessoal está disposto a passar as informações”, observou.

O ex-ministro afirmou que o setorial foi encarregado de apresentar pelo menos três relatórios ao vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), coordenador geral da transição: dois até 30 de novembro e um, final, em 10 de dezembro. “Faremos relatórios com o que existe, de fato. Essa é uma área com transformações enormes. Quando trabalhei no ministério, o problema era muito em função de telefonia. Hoje, precisamos discutir sobre a internet e as questões digitais”, apontou.

Segundo Bernardo, o custo da conectividade no país ainda é alto e, para ele, é preciso reduzir a tributação sobre esses serviços. Sobre a conexão de internet 5G, “talvez possamos fazer políticas para acelerar esse processo, em especial no interior”.

Ele salientou que o setorial ainda não conversou formalmente com a atual equipe do Ministério das Comunicações, mas isso não representa que os entendimentos não vêm acontecendo. No primeiro dia de trabalho, o grupo se reuniu com o presidente da Anatel, Carlos Manuel Baigorri, por cerca de uma hora e meia, mas Bernardo não disse sobre o que foi tratado.
O ex-ministro das Comunicações no governo Dilma Rousseff, Paulo Bernardo, defendeu como sugestão ao novo governo a redução dos tributos sobre o acesso à banda larga e a tributação de “big techs”, que, segundo ele, muitas vezes não pagam tributos por operarem a partir de outros países.“Em telecom, seja a empresa grande ou pequena, o imposto pode chegar até 40%, enquanto algumas dessas empresas de tecnologia não pagam nada”, comentou. Coordenador do grupo temático de Comunicações do gabinete de transição do governo eleito, Bernardo participou, ontem, da primeira reunião com a equipe, na sede do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Setor de Clubes Esportivos Sul.

Para ele, até o momento o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) não ofereceu restrições em repassar as informações necessárias. “Não encontramos obstáculos. Onde a gente tem falado, o pessoal está disposto a passar as informações”, observou.O ex-ministro afirmou que o setorial foi encarregado de apresentar pelo menos três relatórios ao vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), coordenador geral da transição: dois até 30 de novembro e um, final, em 10 de dezembro. “Faremos relatórios com o que existe, de fato. Essa é uma área com transformações enormes. Quando trabalhei no ministério, o problema era muito em função de telefonia. Hoje, precisamos discutir sobre a internet e as questões digitais”, apontou.Segundo Bernardo, o custo da conectividade no país ainda é alto e, para ele, é preciso reduzir a tributação sobre esses serviços. Sobre a conexão de internet 5G, “talvez possamos fazer políticas para acelerar esse processo, em especial no interior”.Ele salientou que o setorial ainda não conversou formalmente com  a atual equipe do Ministério das Comunicações, mas isso não representa que os entendimentos não vêm acontecendo. No primeiro dia de trabalho, o grupo se reuniu com o presidente da Anatel, Carlos Manuel Baigorri, por cerca de uma hora e meia, mas Bernardo não disse sobre o que foi tratado.

Confira matéria no Correio Braziliense

Voltar para Início

Notícias Relacionadas

Os desafios das novas relações de trabalho
O debate sobre trabalhar de forma remota, híbrida ou presencial é possível para apenas 11% dos trabalhadores brasileiros, correspondentes a 8,2 milhões de profissionais. Essa é a parcela da população que trabalhou remotamente entre maio e novembro de 2020, meses mais críticos da pandemia, ou que continuaram a trabalhar fora do seu ambiente físico. Em […]
Federação Mundial dos Anunciantes e plataformas fazem progresso para lidar com conteúdo prejudicial (em inglês)
Facebook, YouTube e Twitter, em colaboração com profissionais de marketing e agências por meio da Global Alliance for Responsible Media, concordaram em adotar um conjunto de definições sobre incitação ao ódio e outros conteúdos prejudiciais e colaborar para monitorar os esforços da indústria na crítica questão.Leia Mais

Receba a newsletter no seu e-mail